Repúdio a situação estabelecida no setor calçadista em Franca.
"Mário Spaniol, proprietário da Carmen Steffens e do curtume Couroquímica, ameaça brecar a expansão em Franca", fiquei estagnado ao ver o título desta matéria publicada no periódico de hoje 06/08/09, o senho proprietário de uma das maiores industrias calçadista da cidade de Franca está usando de um sistema falho no plano de incentivo da cidade ou do próprio Estado(SP) para atribuir a culpa de suas decisões ao Sindicato dos Sapateiros de Franca, em um trecho de sua entrevista o senhor Spaniol cita que além dos incentivos oferecidos pelo Rio Grande do Sul como "mão de obra formada, prédio custo zero, e isenção de IPTU" que ele não terá que enfrentar o sindicato, veja: "Também não terei de enfrentaro sindicato jogando pedra todo dia, nem o Paulo Afonso (presidente do Sindicato dos Sapateiros) me torrando a paciência", como se qualquer lugar que ele fosse não existisse luta sindical o senhor Spaniol está usando de uma artimanha suja, apropriando dos meios de comunicação para jogar a culpa no sindicato, defendento a tese que o erro esta em lutar pelos direitos dos trabalhadores.
Que fique aqui em nota, o repúdio as atitudes recentes do senhor Mário Spaniol que com atos insanos procura inibir e ridicularizar a ação do sindicato na luta por direitos dos trabalhadores.
Um Trecho da História do Calçado no Brasil
No começo do século XX a industrialização do Rio Grande do Sul, junto com a proximidade de matéria prima, o couro, contribui para a criação de um pólo coureiro-calçadista em Novo Hamburgo, dando início à várias indústrias como as de Pedro Adams Filho. No decorrer do século XX com a decadência do sul do país e a grande expansão industrial do Estado de São Paulo, o pólo calçadista nacional passou a ser a cidade de Franca despontando hoje como maior pólo industrial calçadista do Brasil fonte de grandes exportações.
Por, Wellington
Breve atualização...
Nenhum comentário:
Postar um comentário