O modismo entre os deputados mudou de rumo, agora não se abre mais empresa de segurança, ritual que vários deputados já o fizeram, aproveitando do falho sistema de segurança do país, culpa dos próprios, porém, ao mesmo tempo nunca foi interessante resolver, pois, se ganha mais oferecendo segurança particular, até se constrói castelos com tais empresas.
Agora a “onda” será abrir hospitais ou clinicas particulares, claro além das já existentes financiadas por nossos representantes políticos ou se preferir, representantes do povo na câmera. Com um plano cada vez mais falho o sistema nacional de saúde está em decadência corrente, e para buscarmos exemplos disso não basta apenas olhar para os prontos socorros lotados, nem para as filas de transplante intermináveis, pode-se virar para a parte que afeta também a “elite” de nosso país, onde buscam tratamentos fora, seja visto com o nosso atual excelentíssimo senhor vice presidente da republica José de Alencar, ou qualquer um que tenha condição e precise.
Claro que se tratando de um problema de saúde muitos procurariam o melhor, mais será que aos olhos de nosso poder executivo não é vergonhoso os responsáveis por uma melhora buscar tratamento fora do país. Será que só ao meu olhar esta errado esta situação? Não pode-se aceitar que o Brasil não seja suficiente em qualquer tratamento desde o mais simples aos mais complexos conhecidos pela medicina.
O apelo é que se busque tecnologia e formação, para melhorar os tratamentos em nosso país, ao contrário de mostrar ao mundo que somos insuficientes, ainda bem que não olham muito de fora com olhares de impugnância, até pelo contrario somos apontados por viver no país do futebol, o país do melhor carnaval do mundo, não passamos por nenhuma dificuldade, ainda bem, porque que, se tivéssemos que relatar tudo que somos insuficientes esse humilde blog será o mesmo insuficiente do relato assim como os Três Poderes que nos regem.
Art.196, Constituição Federal 1988.
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Por, Wellington Ponce.
Nenhum comentário:
Postar um comentário